4 anos.
Ou mais.
Sei lá.
A gente tem tanta coisa.
Dentro de si.
Pra falar.
Pra dizer pra si.
Pra viver.
Umas vão.
Outras voltam.
Como você.
Que voltou.
Que me disse do toque.
Da rotina.
Do afago da poesia.
E da alegria de voltar.
Aqui fiquei.
Inquieto quieto.
Me atrevendo em ações.
Que era pra ser só poesia.
Me jogando em situações.
Coisa que eu nem queria.
Mas você voltou.
Como os mesmos diamantes verdes.
Véu Loiro.
Que bom que voltou.
A poesia nunca vai de vez.
Ela volta pra onde pertence.
O outro.
O mundo.
E a gente.
Que bom que voltou.