18 de mar. de 2015

Foi o que ela me falou

Aos quatro cantos, sem fronteira, sem limites e sem pretensão alguma de ser pequeno.

Num sorriso que abre o mundo e visão de amar bem sua.

Ao vento disse do amor que teve, do sorriso que deu e até das lágrimas que não queria ter derramado.

Cuidou de cada detalhe, coração, alma, vida e não esquece se conservar o olhar de criança.

Lá, no olhar, viu de tudo um pouco, mas pouco se levar, mas queria saber mais do amor.

Antes e depois do abraço, entre o céu e a terra, entre ela e algum coração qualquer que sentisse vontade de também ser seu.
Um, dois ou mais amores não fizeram nada se não apenas a lembrança.

Uniu tudo em coração de desejo constante

De tudo leva um sorriso que sonha constantemente e sem saber se ainda é amor.

Ir ou ficar, abraçar ou deixar que um pássaro leve sempre pretensão alguma.

Ao menos, depois de tudo, vai dizer que tentou amar, sem amar, mas tentou, tentou por ela mesma.
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