Aos quatro cantos, sem fronteira, sem limites e sem pretensão alguma de ser pequeno.
Num sorriso que abre o mundo e visão de amar bem sua.
Ao vento disse do amor que teve, do sorriso que deu e até das lágrimas que não queria ter derramado.
Cuidou de cada detalhe, coração, alma, vida e não esquece se conservar o olhar de criança.
Lá, no olhar, viu de tudo um pouco, mas pouco se levar, mas queria saber mais do amor.
Antes e depois do abraço, entre o céu e a terra, entre ela e algum coração qualquer que sentisse vontade de também ser seu.
Um, dois ou mais amores não fizeram nada se não apenas a lembrança.
Uniu tudo em coração de desejo constante
De tudo leva um sorriso que sonha constantemente e sem saber se ainda é amor.
Ir ou ficar, abraçar ou deixar que um pássaro leve sempre pretensão alguma.
Ao menos, depois de tudo, vai dizer que tentou amar, sem amar, mas tentou, tentou por ela mesma.