Quando ela veio daquele jeito
toda ela, ganhou um eu que ninguém sabia que seria capaz. Musicou tudo e deu um
movimento aparentemente naquele dia-a-dia repleto de dias e carente de noites.
Perguntou do mundo pra mim. Perguntou das notas pra mim. Perguntou dos tons pra
mim. Perguntou das fotos pra mim. Tudo pra mim.
Mostrou a volta de um tempo
perdido na selvageria gritante de um tempo arrastado. Foi você quem trouxe.
Pode entrar. Não repara na bagunça. É assim mesmo.