1 de out. de 2012

Papel


Como seria lindo se tudo fosse passado bom. Isso mesmo, passado bom. Sei lá! Queria viver estórias musicadas pelas guitarras de uma década de 50 qualquer. Queria a magia da a pureza do globo no meio da pista de dança girando iluminado. Queria uma liberdade minha de ser tudo que sempre quis desde que soube dos primeiros bons. Desapegar-se de rótulos a serem mantidos e impressões normais chatas pra caramba. Isso tudo é uma piada e rir é preciso. Acho que seja isso, é preciso rir.

Sou muito desastrado com paradgmas. Quebro demais eles. Talvez seja pelo simples motivo de não saber muitas vezes quem são, como são ou qual a função que eles têm. Minhas loucuras me deixam calmo demais. Isso é engraçado. Isso sim é preciso! Essa de planejar tudo o que pode acontecer talvez tenha ficado para os talentosos. Sou amador demais nessa prática. O imprevisível é muito mais legal. É jogar um sorriso no rosto, sabe? Simples assim.  A magia daquela menina ali me mostrando toda a sua coleção de vida com trilha sonora ou seriam trilhas de uma vida só? Pode ser. Me leva para ela frequentemente. Mesmo que apenas na minha mente. Os problemas existem e ouví-los é necessário. Consumir é opção. Escolho apenas prestar atenção. Covarde? Acho que não. Diria que protetor de mim.  
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