
A falta de gente me cansa. Gente que canta, gente que dança, gente que me arranca. Me falta tanta, tanta andança, tantas meninas de trança, tanta prisão sem fiança, mas ficou a esperança. A música que amansa, o sorriso em abundância, as lembranças da minha infância e o poder do amor louco em última instância. Falta me jogar da discrepância que construí pela cobrança. De ser grande demais em tempo, quando sou feliz sendo criança.