1 de jun. de 2016

Aos carrascos da poesia

Que a poesia se permita. 
O mundo que se renda
E que a gente aprenda 
Como é que se faz.

Que sejam tolos os aseriados.
Os desavisados 
Do poder que ela tem.

E que a gente ria 
De um tempo difícil.
Em que a poesia 
Não se permitia agir.

Que façam cacos.
Os mal pensamentos.
Os poucos elementos

Que insistem em nos conduzir.
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